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Ciber Etiqueta ("Netiquette")

A "praga" dos vírus informáticos

Mensagens com vírus informáticos

Apesar dos variados cuidados que todos vamos adoptando, a rápida divulgação da Internet e do correio electrónico, aliada a uma menor preparação dos novos utilizadores levam a que muito rapidamente os vírus informáticos se propaguem através do "e-mail".
Quase todos os vírus correntes no correio electrónico são ficheiros anexos aos correios (que as versões inglesas dos programas apelidam de "attachs") que possam ser executáveis, normalmente ficheiros com a extensão *.exe ou *.tiff, embora haja outros com extensões diferentes e igualmente perigosos.
Os utilizadores inexperientes frequentemente tentam abrir esses ficheiros e quando o fazem passam a ter os seus computadores infectados com um vírus que se reproduz por vezes mudando de nome e que vai infectar todo o correio electrónico enviado por essa pessoa, sem ela se aperceber de nada, porque todo o processo se passa de uma forma invisível para a pessoa que está a manobrar o computador.
Se essa pessoa enviar um "mail" infectado para a Ciberjus, estará a contaminar virtualmente mais de 500 computadores dos mais de 500 membros da lista !
Irá contaminar certamente os computadores de outros colegas igualmente inexperientes que vão "cair na tentação" de abrir os ficheiros anexos às suas mensagens - e passam eles mesmos a ser emissores de vírus "urbi et orbi"...
O processo vai-se repetindo indefinidamente e daí o imenso perigo dos vírus, que poderão ser devastadores para milhões de computadores.

Por isso foi-se estabelecendo na Ciberjus um certo número de cautelas: o servidor deixou de aceitar correios com ficheiros anexos executáveis e brevemente será equipado com um poderoso programa anti-vírus de rede que bloqueará todo e qualquer correio que se mostrar "suspeito" de trazer vírus, seja qual for o seu emitente.

Outros cuidados

Mas há outros cuidados que todos podemos adoptar e que, sem serem infalíveis, são fortemente tranquilizadores para a maior parte das situações problemáticas:

1. Nunca, mas nunca por nunca abrir um ficheiro anexo a um correio, mesmo que ele provenha do seu melhor amigo; se por acaso o quer mesmo abrir, grave-o para uma disquete (jamais para um disco rígido) e antes de o abrir submeta-o ao seu programa de anti-vírus.
2. Instalar no computador um bom programa anti-vírus, tendo o cuidado de fazer frequentes actualizações ("updates") (aconselha-se uma actualização bi-semanal dos ficheiros anti-vírus).
3. Fazer cópias completas dos ficheiros mais sensíveis e mais necessários para diversos destinos diferentes: hoje em dia já se podem fazer cópias para CD-ROMs que aguentam com cerca de 700 MB de informação; também se fazem com facilidade cópias de computador para computador através de um simples cabo paralelo e de um pequeno programa de transferência de ficheiros (há diversos destes programas que poderão ser descarregados gratuitamente na Internet).
4. Instalar uma "Firewall" - um programa que faz o completo controlo da informação que sai e que entra no computador quando ele está ligado à Internet, podendo, por exemplo, surpreender um intruso que esteja a tentar introduzir-se no seu computador (o que é inteiramente possível); este perigo aumenta exponencialmente com as actuais ligações em banda larga, porque a auto-estrada da informação funciona nos dois sentidos, para fora e para dentro do computador - conforme lhe permite mais rapidez no acesso a páginas Internet também permite um acesso mais rápido ao seu computador de um qualquer intruso.
5. Fazer uma pesquisa completa e exaustiva de vírus através do seu programa anti-vírus pelo menos 1 vez por semana; essa pesquisa pode ser bastante demorada (várias horas), por isso será conveniente fazê-la numa altura em que não precise de trabalhar com o computador.

Caros colegas, o perigo desses vírus é muito grande, por isso todos os cuidados são poucos.
Daí as cautelas sugeridas.

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